Quando se trata de construir baterias melhores, a construção de eletrodos com maior área de superfície é a chave, e os cientistas estão à procura de métodos exóticos para atrair as pequenas partículas que eles precisam. Já vimos o grafeno e nanotubos de carbon absorverem os elétrons, mas a Universidade de Maryland teve uma outra idéia: eles estão usando o Tobacco mosaic virus (TMV) para gerar padrões de utilização de nanobastões na superfície de eletrodos de metal. Simplesmente modificando o germe, em seguida revestindo a surpefície com uma película condutora, eles estão gerando dez vezes a capacidade de energia de uma bateria padrão de íons de lítio tornando simultaneamente o vírus vegetariano inerte. Usando um único nanofio de dióxido de estanho como ânodo, um pedaço de dióxido de cobalto de lítio como catodo, e canalizando um líquido eletrolítico entre os dois, eles conseguiram um vídeo microscópico do processo de carga, veja-o abaixo.

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